300 gestores participaram na 2ª edição do barómetro sobre uma nova atitude de marketing pela liderança

A maioria dos inquiridos defende a necessidade dos gestores modernos serem comunicadores motivacionais com fortes competências relacionais, de estarem sempre atualizados ou em reciclagem de conhecimentos e, por fim, de serem capazes de agir rápido para a missão, adaptando-se aos resultados.

Para os empresários e líderes nacionais, o momento atual, de relançamento da economia, num período pós-troika, pede por um perfil de Gestor Moderno, bem identificado por 90% dos inquiridos numa analogia à “Coruja Atenta”, que se caracterizas por estar focado nas prioridades de negócio, com sólidos conhecimento técnico e uma inteligência emocional bem desenvolvida. Para os 300 gestores de micro, pequenas, médias e grandes empresas – que participaram no estudo desenvolvido pelo IPAM – The Marketing School – este é o Gestor Moderno que as empresas portuguesas necessitam, tendo o perfil “Elefante Vigilante” reunido apenas 6% da preferência apesar de caracterizar a larga experiência e uma estrutura capaz, mas para quem a mudança é lenta e o planeamento e decisão requerem-se bem ponderados.
O trabalho de investigação levado a cabo pela escola de marketing, no âmbito da Pós-Graduação em Marketing Management Porto e Aveiro, traça uma radiografia das expectativas na gestão e na liderança aplicadas pelas empresas que operam no mercado nacional.
Apresentado na íntegra dia 1 de Outubro no IPAM – The Marketing School – Porto, este barómetro foi o mote para uma reflexão sobre “Uma Nova Atitude de Marketing Pela Liderança” com o Diretor de Marketing do FC Porto, Tiago Gouveia.

Apesar de 4 em cada 5 gestores inquiridos apontam o conhecimento técnico do produto e negócio como uma competência determinante no empresário moderno as competências relacionais, estão ao mesmo nível (79%), seguindo-se a comunicação com 73% das respostas, aprendizagem contínua (69%) e a rápida adaptação à mudança (64%).

Destaca-se que para 50% dos inquiridos, a rede de influências do gestor também é um fator importante. O mesmo não se pode dizer para a presença nas redes sociais, onde apenas 9% valorizaram e muito menos para questões de género ou aparência.

O estudo demonstra, também, que os empresários nacionais consideram urgente a criação de uma nova geração de líderes empresariais. Esta é uma opinião partilhada por 93 por cento dos inquiridos (aumentando 4 pontos percentuais face a 2013). Em linha com a anterior edição deste barómetro, 94 por cento dos gestores defendem que a nova vaga geracional de dirigentes “deve ter, necessariamente, uma atitude de marketing”, na medida em que este fornece as ferramentas para criar, comunicar e distribuir a melhor proposta de valor ao mercado, diferenciando-a dos concorrentes.

Edifício IPAM Porto

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