Estratégia para travar o crescimento

Sean Connery em campanha pela Louis Vuitton

A quando da apresentação dos resultados financeiros do primeiro trimestre deste ano, que se caracterizava por receitas de quase 7 mil milhões de euros, a Louis Vuitton revelava a sua estratégia e vontade para abrandar e até mesmo reduzir a tendência de crescimento que seguia.

Sim, foi isso mesmo! Vender menos! Gerir um negócio que se sustem na ambição de atuar em nichos de elite, o pior que pode acontecer pode ser a  ganância de fazer, hoje, mais cedo, e mais rapidamente muito dinheiro!

Felizmente, quem gere a Louis Vuitton percebe o equilíbrio da sustentabilidade e esboçou uma estratégia que caminha para uma maior exclusividade criando uma marca ainda mais valiosa e desejada pelos consumidores. É bom acompanhar bons exemplos como este que nos inspira e leva a acreditar que no futuro perdurarão todas as marcas que hoje ambicionem lá chegar. E no campo de marcas de luxo, esse caminho faz-se longe da massificação e de caminhos óbvios.

Se antes não a cobiçávamos, por estar à mão de semear, agora sentimos inveja de quem endossa nas suas roupas e acessórios o monograma LV. E por isso mesmo, empacotamos esta ideia junto às boas práticas de marketing de consumo.

 

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